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twinete do mês!!!

meu nome é Thalita (Thaly), e eu tenho 15 anos, moro em Barreiras, Bahia. conheci o site atravez do google. axei uma fufura. mandei a fichina para escrição e estou aki agora! beijão! parabens twina, pelo site MARAVILHOSO!

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Forks Team Fã clube Pernambucano

 

 

 

 

Apenas um olhar....

Apenas um olhar....



                          CAP. 1

   

-Tia Many acorde! Tia Many!- Eu tentava acorda minha tia, mas parecia que ela estava em um sono muito profundo, seus olhos fechados como se tivesse passado cola, suas mãos abraçando o travesseiro, em cima de um sofá velho.

- Leah quantas horas são?

- Já são sete da manhã tia, o Edy já esta ai!

 

Aquele era um dia muito especial para mim, finalmente veria a minha mãe depois de um ano, um ano longo que a cada dia parecia estar mais longe. É só que agora com uma surpresa... O Edy.

 Edy era o meu mais novo namorado. O primeiro depois de Sam. Edy era uma pessoa legal, mas não sei, não me sentia confiável com ele. Não contava segredos, não tínhamos tanta intimidade quanto tinha com Sam.

 

- Leah você não falou que o Edy já tinha chegado? – minha tia disse aquilo mais para me desperta daquele meu pensamento longo.

- Realmente tia ele esta me esperando! – Eu já disse pegando as minhas malas que estavam encostadas em uma velha mesinha marrom escura.

- Tia vou sentir muitas saudades da senhora, e daqui!- Quando eu terminei de falar eu já a estava abraçando, e me afogando em lágrimas.

 Aquele tempo com minha tia foi muito bom eu fiz meu curso de desenho que eu tanto queria e também conheci o Edy. Mas todos os dias eu ficava com uma saudade enorme de minha mãe e de Seth.

 

- Tia, por favor, assim que possível vá visitar a mim em La Push – nos separamos eu a fitei com olhos amorosos, nunca conseguiria retribuir toda a hospitalidade que ela havia me oferecido durante esse tempo.

- Claro Leah – ela se debulhava em lágrimas – Vou assim que possível, se cuide e dê lembranças minhas a sua mãe e Seth, por favor!

 

Saí sem olhar para trás e entrei no carro de Edy. Pela janela vi que tia Many estava num choro, de dar dó. Eu não queria que ela ficasse daquele jeito. Então simplesmente para evitar mais lágrimas, abri o vidro do carro e fiz sinal de adeus.

 

 

 

CAP. 2

 

- Que demora hein garota! Quase que eu desisti!- Edy olhou para mim balançando a cabeça. Como se sua filha tivesse feito uma coisa boba.

- Vai se danar seu idiota, eu demoro o tanto que eu quiser! – O tom de raiva em minha voz estava em prioridade.

- Ta bravin...

 - to! To bravinha sim! Por quê? Algum problema? Sr. Saivon?

- Não senhorita, nenhum problema!

- serio?! Então que bom ...para você!

 

 Se Edy Saivon soubesse que eu era lobisomem ele certamente me respeitaria, ou melhor, nem namoraria comigo. Minha mãe acha que eu não contei a verdade por que eu queria muito namorá-lo, e se ele soubesse certamente manteria uma distância segura de mim, certamente nunca poderíamos namorar.

 Mas minha mãe estava errada, eu só queria ser um pouco normal, esse também foi uns dos motivos para eu ir a Seatle. Edy foi apenas uma coisa que ajudou.

 

- Quer que eu coloque uma musica? – Edy pegou um CD idiota de músicas eletrônicas e me mostrou. Tá eu gostava de músicas eletrônicas, mas não daquelas.

- Não! Isso é horrível. – Eu virei para o outro lado olhando a paisagem do meu lado.

 

CAP. 3

 

 

“Eu não conseguia me livrar daquelas cordas apertadas, e também não conseguia me transformar, por que aquilo eu não entendia, outros lobisomens menores que nós quileutes tentavam nos matar, nos torturavam, nos xingavam, e Jake com uma atitude que eu nunca imaginaria naquele momento, ele estava com a cabeça baixa como se tivesse sido derrotado. Aqueles lobisomens não eram como nós, pareciam saídos de historias de terror, eram lobisomens que se transformavam com lua cheia a meia noite. Jake somente levantou a cabeça quando deram jura de morte a nós. O primeiro seria Embry, mas eu não entendia o por que. Quando puxaram Embry pelo braço e ele fez uma cara de dor aquilo foi o fim para mim, eu estava em choro, me afogando em lagrimas como se Embry fosse o amor da minha vida, como se ele fosse a minha razão de viver...”

 

- Leah acorde! – A voz de Edy me tirou daquele pesadelo, e naquele momento a única coisa que veio em mente foi “por que Embry? Por que eu chorava tanto por causa dele?”.

- Leah onde estamos? Por onde vou?

- Quase em La push. Pegue a primeira direita.

 Eu pus a mão em meus cabelos e os amarrei alto. Já fazia um ano que eu não os cortava. Eu tinha até medo do tamanho do pelo do meu lobo.

 Já fazia muito tempo que eu não via os garotos, tinha até saudades deles, do meu primo Quill, do meu ex-amor Sam, do Jake, e dos chatos, mas também legais, Paul, Jared, e também do Colin e do Brady.  Os meninos me deixavam feliz, o meu lado lobo me deixa feliz, a minha vida de antes era feliz, e hoje que eu percebi, o quanto eu estava bem sem Sam.

 Antes a minha vida era legal, mas por eu não aceitar a perda de Sam, fiz isto virar uma ruína à minha vida, perdi varias chances de ser feliz, perdi minha amizade pelos os garotos de La push, e só conquistei isso a um ano e meio a traz, quando sai da matilha de Sam para ir ao lado de Jake salvar Nessie.

 

 

             CAP. 4

 

 

- Edy aquela é a minha casa! A do portão azul. – Eu disse toda alegre como se tivesse ganhado na loteria. Não sei acho que trocaria qualquer prêmio para ficar junto a minha mãe.

Biiiii, biiiiiii – O som daquela buzina chata me atordoava a cabeça quando meu primo Quill olhou por dentro do carro e me viu.

 - Leah?! Oque você faz aqui garota? – Quill dizia aquelas baboseiras com um sorriso tosco na cara.

- Lógico que sou eu Quill, esta cego?

- Desculpe bravinha, é a saudade! – Ele disse aquela baboseira com o mesmo sorriso tosco de antes.

- Você sabe se minha mãe esta em casa? – Eu ignorei a olhada que ele deu em Edy e perguntei quase morrendo de vontade de abraçar minha mãe.

- Ela esta na casa de Embry! Hoje é o aniversario dele. Alias estou indo para lá agora. Vêm vocês também. – Quando Quill falou “vocês” ele olhou novamente para Edy e me olhou, eu sabia oque significava aquele olhar.

- Quill esse é o Edy, meu namorado.

- Nossa então depois de tanto tempo finalmente você arrumou um namorado! – Quill disse aquilo sorrindo, e eu sabia o porquê.

 Já fazia muito tempo desde o meu último relacionamento amoroso com alguém, e esse alguém era Sam. Cinco anos passam muito rápido, para mim passou, mas para os meninos isso era anormal, eu sei que eles chagavam a pensar que eu era... Que eu era... Lésbica. Essa palavra me atordoava. Então era bom ter alguém ali comigo, só para mostrar o que eu era mesmo.

- Edy, esse é Quill, o retardado do meu primo.

-prazer Quill!

- Prazer. – Quill olhou para mim novamente, e ele tinha razão, como Edy era um tosco.

- Então Leah você vai a esta festa? – Edy me perguntou, será que ele pensava que eu ficaria horas na porta de minha casa esperando a minha mãe, enquanto eu podia ir ao aniversário de Embry e matar a minha saudade.

- Sim, quero ver minha mãe o mais rápido possível!

- Quill entre vamos com a gente!

- Não Leah, vou a pé mesmo, já estou aqui!

- Ok, você quem sabe!

- Edy me deixe assumir o volante, eu sei onde é a casa de Embry.

- Tudo bem, eu não gosto mesmo de dirigir em local desconhecido.

 

         CAP. 5

 

 

 - Nossa, desce jeito eu mesmo conseguia identificar em qual casa seria a festa, com o som neste volume.

- Agora você sabe como são as festas dos jovens Quileutes!

 

 Nós saímos do carro e nos deparamos com Lize.

 - Lize, como é bom te ver!

- Leah como é bom te ver também, você veio ao aniversario do meu filho?

- Sim, eu vim para ver minha mãe e também para aproveitar um pouco do aniversário do Embry.

- Ok, sua mãe esta lá dentro, e o Embry também.

- tudo bem, vou procurar os dois!

 

 Andamos um pouco e já estávamos dentro da enorme sala da casa de Embry. Fazia tanto tempo que eu não entrava lá, acho que a última vez eu ainda era uma garotinha.

 

- Que educação hein, nem me apresentou à mulher!

- Foi mal Edy, eu estava distraída. Mas eu não sou mal educada, e se você me insultar mais uma vez você vai voltar para Seatlle voando, mas não de avião! – eu o olhei e o encarei, eu tentei o mostrar que eu estava realmente com raiva.

- Seth?!

- Não acredito! Meu maninho lindo!

- Leah, quanto tempo, que saudades, quando você voltou? Você já viu a mãe? Quem é esse Leah?

- Oi Seth, não, eu ainda não vi a mãe, eu cheguei agorinha, nem entrei em casa, e esse é Edy meu... Namorado.

- Namorado? – Seth disse com uma cara de dúvida, mas logo abriu um sorriso. – então eu tenho um cunhadão. Legal!

- Oi Edy, tudo bem cara?

- Tudo sim, Seth!

- Vou caçar minha mãe, se você quiser Edy pode ficar ai com meu irmão.

  Eu fui à procura de minha mãe, olhei para o lado e avistei Jared. Meu deus como ele estava diferente. E a Kim, ela estava linda, seus cabelos agora loiros que combinavam com sua pele clara. Era dificio acreditar que eles estavam de casamento marcado.

  Escultei um voz feminina vinda de um dos quartos, fui andando até chegar à voz que eu sabia de quem era minha mãe. Eu fui andando até chegar a aquela voz, quando avistei minha mãe, não consegui evitar as lagrimas.

- Mãe! – Eu disse correndo em sua direção, e só os meus instintos me guiavam, pois minhas vistas já estavam completamente embaçada por causa das lagrimas.

Corri e a abracei, reparei que a emoção para ela também era grande, sua voz parecia estar trancada a sete chaves, presa por alguém que não a queria soltar.

- Leah... Como é... Bom tiver! – Minha mãe dizia totalmente tomada por lagrimas, sua voz rouca, que agora saira gaguejando, estava baixa, como se ela estivesse sem forças para falar.

- Mãe, não diga nada, só esculte! Como é bom te ver, como é ótimo te abraçar, como maravilhosa esta aqui, em casa.

  Minha mãe enxugou suas lagrimas, e depois as minha. Como era bom ter sua pele macia junto a minha novamente. Nunca teria coragem de sair de perto de minha mãe, e ficar tanto tempo longe novamente.

 - Leah, minha filha, quem é aquele garoto que tanto olha para cá? Você o conhece?

 Olhei para trás e avistei Edy, acenei para ele, fazendo sinal para que ele viesse junto a mim.

- Mãe esse é o Edy. – Eu disse quando Edy já estava perto o suficiente, para que ele ouvisse o que eu dissera.

- Oh, então esse é o seu namorado? Aquele que você me falou?

- Sim.

- Edy essa é a minha mãe, Sue! – Eu disse com a cabeça baixa. Era esse o momento que eu temia. Eu não queria que Edy tivesse vindo comigo para La push, era como se eu mim sentisse envergonhada. O que os garotos iriam pensar?

- Mãe, o que você fazia aqui nesse quarto?

- Eu estava fazendo uma vesita a Noemi. Você se lembra dela, a irmã mais nova de Embry!

- Sim eu tenho algumas lembranças dela. – A ultima vez que eu vira Noemi ela tinha de 3 a 4 anos de idade, agora ela devia estar com 14 ou 15.

 Noemi saiu pela porta de sue quarto, meu Deus, ela estava vestida toda de preto, maquiagem e tudo. Ela era definitivamente, uma daquelas roqueiras!

 - Oi! – Eu disse para ela ainda confusa com aquele seu jeito. Era tão estranho, Noemi era irmã só por parte de mãe, de Embry. Ela mora com seu pai, nunca visita a mãe nem o irmão. Por que agora era diferente? Definitivamente, em um ano, as coisas mudaram muito por aqui.

- Ola, como vai giganta? – A garota me olhava friamente aos olhos, com um sorriso maligno ao rosto. Mas não seria uma garota daquele tamanho que me iria me deixar com a cabeça quente, não seria ela que me iria por para baixo, pois como ela disse, eu era a giganta. 

- Bem, e você? – Eu disse com um tom de provocação- ...tampinha.

 Nem deixei que ela respondesse, dei as costas e andei em direção ao quarto de Embry. Eu não havia visto ele durante a festa. Então pensei que ele poderia esta em seu quarto, ainda se arrumando.

 

 

     CAP. 6

 

Cheguei à porta do quarto de Embry, e dei 3 batidas, quando eu estava pronta para dar mais 3, ele abriu a porta.

- Leah? – Sua voz, gaguejando, suas mãos se juntando as minhas, sua pele quente, que parecia me queimar por dentro.

 Minha boca parecia estar trancada, senti uma gota quente de lagrima chegar a ela, e só ai percebi que eu estava chorando.

Consegui abrir a boca para dizer apenas algumas palavras. – Feliz... Aniversario, Embry!

- Obrigado. – Reparei que ele tinha tido menos dificuldade para falar do que eu.

 Ele me abraçou e todo aquele ardente que estava em minha mão, se espalhou para o corpo todo, mas agora totalmente aumentado.

Minhas pernas estavam fracas, meu coração acelerado, seu cheiro parecia me hipnotizar, meus dedos pareciam ganchos a sua volta, sua boca que por sinal estava mais quente que sua pele fabril, encostou-se a meu pescoço, parecia que eu ia morrer, meu coração se acelerando cada vez mais. Sua boca agora parecia estar subindo. De meu pescoço, a minha orelha, com direito a um sorriso breve, mas maravilhoso. Sua boca ainda subindo, até que chegou perto a minha e só foi ai que eu percebi que Edy estava presenciando toda aquela cena.

 

Olhei para Edy e vi como ele estava com raiva, as lagrimas mais uma vez me atacaram, mas desta vez por culpa.

Meu Deus, como eu avia deixado Embry fazer aquilo. Por que eu não recusei, todo aquele... Ardor, minha... Minha... “Paixão”.

- Edy, mil desculpas. Alias não é nada disso que você esta pensando. Não tire conclusões precipitadas, você só vai se arrepender. – Eu disse andando em sua direção, desejando que ele não caminhasse para trás.

 - Leah, como você pôde? Você ainda fica com raiva de mim a todo o momento, e com razoes tolas. E agora você quer que eu não fique com raiva de você?

 

Eu baixei minha cabeça, e senti que Embry não estava nada satisfeito, e isso de algum modo me feria por dentro.

 

- Leah, quem é esse carinha? – Embry disse e foi andando a direção de Edy.

- Esse é o Edy, meu... Namorado. – eu dei uma pausa antes de dizer a palavra namorado, pois eu sabia qual seria a reação de Embry.

- Namorado??? – Embry disse me olhando profundamente, seus olhos me feriam por dentro, corroíam meu coração de algum modo que nem eu entendia. Como isso podia acontecer? Alias o que é isso? Que droga, será que eu olhei nos olhos dele? As perguntas me deixavam loca, elas eram tantas, e as resposta eram tão poucas.

- Então você não conto para ele Leah? Sabe “carinha” daqui a poço tempo a gente vai até noivar. – Me tomei de raiva, como o Edy , terá a coragem de mentir nesse momento, não precisava mentir, poxa eu estava loca aqui falando só a verdade, e vem esse otário e começa a mentir só para se gabar! Mas ele não me conhece, ele não sabe o sangue que corre em minhas veias.

 

- Noivar? Nossa dessa até eu não sabia, Edy.

 Edy me olhou. Será que ele queria que eu mentisse também? Há, mas eu não daria esse gostinho a ele.

- Mentiroso, idiota, sabia que eu te odeio? – Eu disse andando em sua direção, apontando o dedo para seu rosto, nos meus olhos aviam raiva, qual era a desse garoto?

 - Leah, o que é isso? – Ele disse chorando, e aquelas lagrimas, era a paisagem mais engraçada do mundo, seus gemidos eram musicas para meus ouvidos.

- Sabe de uma coisa?! Não vou ficar aqui triste me sentindo culpada, sabe por quê? Por que você não merece o meu sofrimento!

 

- Garota, você é doida, maluca, doida varrida, estranha. Vou voltar para Seatle, você não me merece aqui!

- Eu que não mereço ter você aqui? Vai embora e me esquece, miss certinha, garotinho nenhum erro! Some, desaparece, eu não gosto de você. E pela segunda vez falarei com a boca cheia: EU TE ODEIO!

 

Eu dei as costas e fui andando, passei por Embry e pisquei, e percebi que ele tinha ficado meio envergonhado, alias nos dois, eu não tinha pensado antes de agir, mas fazer o que, as melhores coisas são aquelas que fazemos sem pensar. Era tão engraçado ver Embry meio envergonhado, poxa qualquer garota do ensino médio se derreteria por ele.

E ele ali envergonhado por que eu pisquei pra ele?